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Doendo no bolso: deixe seu filho decidir

Isso não é novidade para os economistas, mas nada como deixar seu filho “sentir no bolso”, ou seja, decidir com base em suas preferências.

Quando você paga diretamente as contas, seu filho perde a sensibilidade para duas coisas importantes: (1) o valor relativo dos bens e serviços e (2) a noção de restrição do orçamento.

A primeira nos ajuda tanto a saber o que é caro e barato para o nosso gosto, como a quantidade de sorvete que devo abrir mão para dar mais uma volta no brinquedo do parque de diversões.

A segunda é aquela que nos mostra o quanto podemos fazer com o que temos Coisa muito rara hoje em dia.

Faça doer no bolso hoje para que, no futuro, ele saiba como evitar uma dor maior.

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Categoria(s): Comportamento financeiro, Finanças Pessoais


Sobre o Autor: Humberto Veiga é doutor em economia pela Universidade de Brasília. É também mestre em economia da regulação. Iniciou sua carreira no mercado financeiro em 1989. Foi gerente de produtos, de marketing e regional do segmento pessoa física. Trabalhou no Banco Central do Brasil com regulação de bancos na área de risco de mercado, derivativos de crédito, banco eletrônico, dentre outros. Realiza palestras e é autor de livros na área de educação financeira e de investimentos.

2 comentários

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  1. Viviane disse:

    Olha só que legal!!!!!

    Bjs

  2. Marcela disse:

    Betoooo, esse assunto me interessa muito agora. Detalha melhor? Fiquei em dúvida sobre exatamente o que delegar pra ele. Qual o limite? Como fazer? Bjs

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