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Depois vem a crise fiscal

A onda de salvamento dos bancos, para, em última instância, tentar salvar a economia, vai colocar o mundo todo em uma tremenda crise fiscal, isto é, os tesouros terão que cobrir esta despesa com mais impostos.

Tenho lido por aí que parte do dinheiro que está sendo utilizado para comprar tais empresas será recuperada com a “re-privatização” delas.

Sim, em parte isso será possível, mas o que vai acontecer, assim que a situação de “terror” se dissipar, é que a discussão se voltará para esse assunto, o que vai deixar a subida da bolsa ainda mais difícil.

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Categoria(s): Conjuntura, Regulação


Sobre o Autor: Humberto Veiga é doutor em economia pela Universidade de Brasília. É também mestre em economia da regulação. Iniciou sua carreira no mercado financeiro em 1989. Foi gerente de produtos, de marketing e regional do segmento pessoa física. Trabalhou no Banco Central do Brasil com regulação de bancos na área de risco de mercado, derivativos de crédito, banco eletrônico, dentre outros. Realiza palestras e é autor de livros na área de educação financeira e de investimentos.

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