Beto Veiga | 5 de novembro de 2008 |
2 comentários
Esta fusão do Unibanco com o Itaú certamente será analisada pelo Cade.
Como não se espera que esta operação tenha sido realizada em razão de risco sistêmico, uma vez que foi “informada” ao BC e não “comandada” por ele, trata-se de um caso típico de atuação do órgão de defesa da concorrência.
Vamos ver no que vai dar.
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Tags: Concentração Bancária, crise 2007 sf, Regulação
Categoria(s): Concentração Bancária, Regulação
Sobre o Autor: Humberto Veiga é doutor em economia pela Universidade de Brasília. É também mestre em economia da regulação. Iniciou sua carreira no mercado financeiro em 1989. Foi gerente de produtos, de marketing e regional do segmento pessoa física. Trabalhou no Banco Central do Brasil com regulação de bancos na área de risco de mercado, derivativos de crédito, banco eletrônico, dentre outros. Realiza palestras e é autor de livros na área de educação financeira e de investimentos.
Beto, bom dia!
Você mesmo diz que é mais “barato” administrar um banco do que dois, não é isso? Pois bem, poderia haver perda significativa de clientes, com a retirada da marca Unibanco do mercado? Abs!
Olá, Moisés,
Respondi sua pergunta nessa postagem:
http://www.betoveiga.com/log/index.php/2008/11/itau-e-unibanco-a-marca-pesa/