4 Comentários

  1. Beto,

    Discordo de você.

    Uma conta-corrente ATIVA nunca ficará “de graça”. Se o cidadão faz um pagmento com cartão de débito, o banco já terá uma remuneração. Se o cliente faz o pagamento de uma conta / boleto bancaŕio, também.

    O que não pode é o banco ganhar nas duas pontas (do estabelecimento e do cliente) e o quanto quiser.

    E, ademais, os serviços ESSENCIAIS SÃO MESMO GRATUITOS!!! Se é VEDADA A COBRANÇA, inadmissível, que disfarçadamente, o banco possa cobrar indiretametne pelo que não cobra pelo que é gratuito!

    Eu sempre coparo banco com locadora de DVD e com outros “setores”. Você, provavelmente, é cliente de uma locadora de DVD. Pois a sua conta fica lá, seu cadastro… no dia em que você USA O SERVIÇO, paga por ele. Não paga todos os meses em que não usa, não paga “CADASTRO”.

    A resolução, aliás, é um tanto fraquinha. Poderia, por exemplo, instituir gratuidade de uns 3 ou 4 DOC’s por mês, prá realmente fazer funcionar alguma concorrência!

    Como ex-funcionário do BACEN e especialista no assunto, deve saber que pagamos as maiores tarifas do mundo. Deve também saber que no MÉXICO o problema era similar, até o GOVERNO instituir GRATUIDADE, de verdade, PARA AS CONTAS SALÁRIO. Aqui, a coisa foi feita com JEITINHO BEM BRASILEIRO. Quantos trabalhadores da dita iniciativa PRIVADA conseguiram as contas-salário, especialmente os trabalhadores das pequenas empresas? E para os funcionários púlbicos… só em 2012, graças aos conchavos Lula/Serra & Cia bela!

  2. Author

    Olá, Alexandre, muito obrigado pelos seus comentários.
    Creio que é uma excelente visão e que as pessoas podem e devem sempre recorrer à ação da justiça quando estiverem se sentido enganadas ou ameaçadas em seus direitos.
    Da minha parte, nesse momento, prefiro optar pela mudança de banco, dado que quero ser bem tratado pelo meu gerente. Aliás, o Banco do Brasil e o Alexa (meu gerente) me enchem de satisfação. Creio que deve haver um monte de gente que discorde de mim nesse aspecto por experiências negativas com este banco, mas é assim mesmo.
    Abraço do Beto

  3. Beto obrigado pelo post dedicado ao meu comentário.
    Agora, vou à linha de raciocínio do Alexandre, quero lembrar que no final da década de 60, meu cunhado era bancário, os Bancos pagavam algumas “migalhas” por seu dinheiro depositado, na década de 70 a meados dos anos 80, não pagavam, mas também não cobravam e todos os serviços basicamente eram executados manualmente.
    Após 1985 iniciou-se a era da informática e ao contrário do que se falava, que não haveria cobranças por esta tecnologia, vemos que nada disto ocorreu e a cada dia que passa inventam mais e mais tarifas.
    Pois é! Estão dando sangue aos “vampiros” e eles querem mais.

  4. Author

    Olá, Alberto,
    Eu que agradeço pela sua participação.
    Vocé fez uma boa breve, porém precisa observação sobre a evolução dos negócios bancários no Brasil.
    Estudoo esse assunto há algum tempo, além de haver trabalhado tanto no setor quanto no BC, como o Alexandre destacou.
    Acho que estamos num bom momento em relação à regulação de tarifas bancárias, mas ainda há muito o que fazer.
    As tarifas nos Estados Unidos, individualmente, são mais caras que no Brasil, mas eles têm uma isenção para depósitos acima de US$3.000,00.
    No caso do Brasil, não há esta regra geral, mas muitos bancos têm programas de isenção.
    Uma assunto que bato sempre aqui é esta expectativa que as pessoas têm com o Banco Central. A estrutura desse órgão não fi feita para proteger clientes, mas certos depositantes e o sistema em si.
    A alternativa é utilizar ao máximo as estruturas de defesa do consumidor, enuanto os bancos não tomam contaa delas também, com mimos e promessas de emprego futuro.
    Abraço do Beto

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