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Poderosas ou alvos: Mulheres definem as compras

Quando você ouve aquela piadinha mais velha do que a serra da Meruoca, em que um homem afirma dar a última palavra em casa: “sim, bem!”. Tenha a certeza de que está sendo relatada a pura verdade, conforme matéria publicada pelo Correio Braziliense.

Vou reproduzir dados de um quadro em que a reportagem afirma que “as mulheres têm escolaridade maior, são responsáveis por 80% das compras realizadas no País e honram mais os compromissos que eles”.

As estatísticas abaixo são creditadas às seguintes fontes: IBGE, Ibope, Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA) e Telecheque.

  • Daqueles que estão empregados, têm onze ou mais anos de escolaridade: 51,9% dos homens contra 59,9% das mulheres;
  • Compraram algum produto – exceto alimentos e bebidas – nos últimos 30 dias (a matéira omite a data da pesquisa): 63% dos homens – 71% das mulheres;
  • Fizeram compras para se sentirem mais calmos ou menos tristes: 14% dos homens – 21% das mulheres;
  • Gostam de fazer compras: 45% dos homens – 55% das mulheres;
  • Tempo médio gasto para fazer compras em loja ou supermercado: 45min homens – uma hora mulheres;
  • Inadimplentes: 52,72% homens – 47,28 mulheres;
  • A influência de compras, listada abaixo, teve como fontes: Instituto Edelman, Strategy One, Phytia Research e H2R.

    Percentual das compras desses produtos influenciada por mulheres:

    92% dos pacotes turísticos;
    91% dos imóveis;
    88% dos planos de saúde;
    88% dos artigos de luxo;
    80% do vestuário;
    75% dos produtos de limpeza;
    72% dos artigos de papelaria;
    65% dos alimentos;
    58% dos remédios;
    50% dos computadores; e
    42% dos carros.

    Mulheres, cuidado! O pessoal de marketing está com essa informação na cabeça.

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    Categoria(s): Consumo, Mulheres e Finanças


    Sobre o Autor: Humberto Veiga é doutor em economia pela Universidade de Brasília. É também mestre em economia da regulação. Iniciou sua carreira no mercado financeiro em 1989. Foi gerente de produtos, de marketing e regional do segmento pessoa física. Trabalhou no Banco Central do Brasil com regulação de bancos na área de risco de mercado, derivativos de crédito, banco eletrônico, dentre outros. Realiza palestras e é autor de livros na área de educação financeira e de investimentos.

    1 comentário

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    1. Pois é, Tom…. as mulheres ditam muitas coisas. Triste de quem é casado. Eu sou solteiro e muito feliz. Só no fato de pensar em ter uma mulher em casa que dita as coisas, assume o comando das compras, etc e tal já me causa arrepios. Sou muito chato para compras. Aliás, quando entro em um shopping não fico mais de 15min. Já sei o que vou fazer antes de entrar e vou direto ao assunto. Uma vez fui com minha mãe e irmã no Iguatemi e elas ficaram 40 min dentro de uma loja e nada compraram ali. O tempo foi cronometrado à distância da área de alimentação onde eu tomava uns chopps esperando pelas duas. Foi a última vez que fui com mulher ao shopping. Mais precisamente a 5 anos atrás.

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