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Por que abrir um banco e não um supermercado?

Uma revisão estatística aplicada aos dados da economia dos Estados Unidos mostrou o que vem acontecendo com o consumo das famílias daquele país.
Os americanos estão gastando mais com “serviços financeiros e seguros” do que gastam com “comida e bebida”. Para a primeira categoria, a alocação é de US$ 823 bilhões anuais (8,2% da despesa de consumo pessoal), enquanto a alimentação compromete 7,9%, ou em valores US$ 788 bilhões.

Este comportamento apresentou uma mudança dos números revistos de 1955, nos quais a participação de comida e bebida era de 9% e a de serviços financeiros e seguros estava na casa dos 7,2%.

Estes dados foram publicados nessa matéria do NYT, e demonstram que o negócio bom é abrir um banco, como já falaram por aí.

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Categoria(s): Consumo


Sobre o Autor: Humberto Veiga é doutor em economia pela Universidade de Brasília. É também mestre em economia da regulação. Iniciou sua carreira no mercado financeiro em 1989. Foi gerente de produtos, de marketing e regional do segmento pessoa física. Trabalhou no Banco Central do Brasil com regulação de bancos na área de risco de mercado, derivativos de crédito, banco eletrônico, dentre outros. Realiza palestras e é autor de livros na área de educação financeira e de investimentos.

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