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Destruiremos a natureza com nosso consumo?

Continuando nossa discussão sobre os dois lados da moeda no que se refere ao consumo, trazendo um pouco de otimismo com relação ao mais desacreditado dos animais: o ser humano.

Somos simplesmente espetaculares. Capazes de façanhas incríveis, como esta que você está experimentando nesse momento, que é a Internet.

O consumo de energia, de materiais, de alimentos, enfim, tudo isso, da forma que entendo, vem e continuará sendo modificado. Vocês já devem ter ouvido falar nas lâmpadas de LED, que são capazes de produzir uma grande luminosidade com pouco gasto de energia. Este é apenas um exemplo do que a mente humana é capaz de produzir com sua engenhosidade.

Portanto, sou um otimista. Não vejo como a sociedade irá se jogar ao próprio fim. Na hora “H”, a ação social e a competência individual levarão à uma solução.

A solução a que me refiro é um padrão de consumo que respeite o meio ambiente, associado a novos produtos ecologicamente corretos.

Mas qual o final da história? Vamos concluir amanhã.

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Categoria(s): Consumo, Finanças Pessoais


Sobre o Autor: Humberto Veiga é doutor em economia pela Universidade de Brasília. É também mestre em economia da regulação. Iniciou sua carreira no mercado financeiro em 1989. Foi gerente de produtos, de marketing e regional do segmento pessoa física. Trabalhou no Banco Central do Brasil com regulação de bancos na área de risco de mercado, derivativos de crédito, banco eletrônico, dentre outros. Realiza palestras e é autor de livros na área de educação financeira e de investimentos.

3 comentários

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  1. Aécio Santos disse:

    É companheiro a mente humana pode produzir engenhosidade tanto para o bem quanto para o mau. Veja o caso do pré-sal, estamos em busca de destruir ainda mais a natureza. Abraço.

  2. Rosana disse:

    Concordo com o Aécio.
    Existem outras formas de energia como a eólica e a solar que não causam tanto impacto e são muito menos poluentes. Mas o que importa é o capitalismo, o lucro e não o estrago.
    As catástrofes naturais não são à toa mas apenas a resposta da natureza a nossa ganância.
    Abraços,

  3. Beto Veiga disse:

    Olá, Rosana,
    É isso aí.
    Abraço do Beto

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