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É para consumir ou não é?

Pense que você é um empresário. Possui dinheiro para investir e olha para as diversas possibilidades. Após este levantamento, observa seu público consumidor.

Já imaginou se, ao avaliar os possíveis compradores você percebe que se tratam de um monte de “pão-duros”? Muito provavelmente você iria desistir de pegar o seu rico dinheirinho e investir naquele mercado.

O consumo, no nosso modelo econômico, é um importante fomentador de crescimento. É com a expectativa de que a população “torre” seu dinheiro é que os empreendedores adquirem máquinas e imóveis, contratam serviços e mão-de-obra. Esta interação é que leva a economia a um círculo virtuoso.

E o outro lado da moeda? Espere até o próximo capítulo…

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Categoria(s): Consumo, Finanças Pessoais


Sobre o Autor: Humberto Veiga é doutor em economia pela Universidade de Brasília. É também mestre em economia da regulação. Iniciou sua carreira no mercado financeiro em 1989. Foi gerente de produtos, de marketing e regional do segmento pessoa física. Trabalhou no Banco Central do Brasil com regulação de bancos na área de risco de mercado, derivativos de crédito, banco eletrônico, dentre outros. Realiza palestras e é autor de livros na área de educação financeira e de investimentos.

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