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Nunca na história deste País fomos tão iguais a todos os outros

Podemos dizer que China é diferente, que Índia é um pouco diferente, mas no mais, a turma da emergência é a cara de um e o focinho do outro.

Chega o povo dizendo que estamos adotando medidas circunstanciais no Brasil, e que o País saiu da crise antes que todo mundo, mas, no frigir dos ovos, o modelo é o mesmo e os problemas muito semelhantes.

Segundo matéria do jornalista Josué Leonel, “Brasil lança moda de restrições cambiais entre emergentes”, a Coreia do Sul, Taiwan e Rússia já estão implementando ou estudando medidas de cunho protecionista com relação à supervalorização de suas moedas.

O curioso é que de meado dos anos noventa até o seu final, tudo o que esses países queriam, incluindo o nosso, era manter sua moeda forte. Aliás, o objetivo geral era similar: controlar inflação e o fluxo de saída de capitais internacionais. Curiosamente, os mesmo capitais que insistem em nos “invadir” atualmente.

Portanto, somos mais um na multidão, quanto a este aspecto.

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Categoria(s): Conjuntura


Sobre o Autor: Humberto Veiga é doutor em economia pela Universidade de Brasília. É também mestre em economia da regulação. Iniciou sua carreira no mercado financeiro em 1989. Foi gerente de produtos, de marketing e regional do segmento pessoa física. Trabalhou no Banco Central do Brasil com regulação de bancos na área de risco de mercado, derivativos de crédito, banco eletrônico, dentre outros. Realiza palestras e é autor de livros na área de educação financeira e de investimentos.

2 comentários

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  1. [...] Beto Veiga >> Nunca na história deste País fomos tão iguais a todos os outros [...]

  2. Aécio Santos disse:

    Beto,

    A marolinha virou tsunami.

    Abraço,

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