11 Comentários

  1. muito bom e em tempo real um assunto atual da grécia

  2. euu quero sabeer as relação entre Brasil e Grecia , nessa Crise economica da Grecia

  3. curti o texto é de mais.me ajudo muito no trabalho.=) bjs yta.

  4. Author

    Olá, Yta,
    Eu quem agradeço o seu comentário.
    Abraço do Beto

  5. eu gostei muito deste texto de mais me ajuda muito nos trabalhos de casa.

  6. Será que vocês se lembram como era a situação do Brasil com relação ao FMI? Pois é, a Grécia entrou no mesmo rumo. A falta de recursos externos para financiar o seu déficit orçamentário, principalmente decorrente dos efeitos da crise financeira, fez o governo Grego controlar, ou, pelo menos, prometer controlar, sua situação fiscal.

    Isso tem alguma coisa a ver com o Brasil? Nós não estamos numa boa como nunca antes na história deste País? Na humilde opinião deste que vos escreve, a coisa não é tão bonita em termos de contas públicas, não. No nosso caso, o chamado “superavit primário”, que é a diferença entre o que o governo recebe de impostos e o que paga de despesas públicas está menor, houve até um déficit primário – mais gasto do que receita – no mês de março, mas a expectativa é de reversão para o mês de abril.

    Adicionalmente, estamos com um probleminha nas contas externas. O que compramos do exterior somado aos juros e lucros que temos que enviar aos investidores estrangeiros é menor do que o recebemos de exportações e de juros e lucros que nossos investidores recebem do exterior. Vejam que isso é resultante de um fluxo, quer dizer, tanto as compras quanto os juros e lucros são contínuos, certo, acontecem com frequência. Por outro o financiamento, isto é, a forma de pagar por esta diferença de dólares em prol dos estrangeiros, vem da venda dos ativos no Brasil (que é a venda de um estoque) e da contratação de novos empréstimos que, ainda que em reais, geram a obrigação de envio de mais juros.

    Certamente, a questão pode ir se resolvendo com a percepção dos agentes em relação ao risco dessa diferença entre a entrada e a saída de dólares. Na teoria, no futuro não teríamos mais o que vender no Brasil. Quando isso acontecer, ou quando os próprios investidores resolverem para de comprar as coisas por aqui, o País, passaria a ter que vender as reservas para cobrir a diferença que mencionei (vendas – compras+juros+lucros), o que levaria a cotação do dólar para cima, causando uma diminuição nas compras do exterior e das vendas do Brasil.

    Voltando à Grécia, sua situação atual decorre da ação política, que usou do crédito para fazer suas “benesses”, dando aumentos incompatíveis com a capacidade da economia, gastando dinheiro público de forma irresponsável, e fazendo com que o custo do Estado grego passasse a suplantar o ganho com impostos. Os ganhos para o político da época foram enormes, embora os prejuízos para a nação grega só iriam ser sentidos tempos depois. Pior de tudo, a bomba relógio acaba estourando na mão de outro governante. Quando eu falo pior de tudo, quero dizer que a possibilidade de utilizar este sistema de passar a bomba relógio para frente, deixa a possibilidade de que sempre seja possível fazer algo do gênero, isto é, estimular a irresponsabilidade fiscal.

    A exigência de ajuste fiscal feita pelos governos da Europa e pelo FMI são uma ação externa, quando deveria ter sido feita pelos próprios gregos. Mas este filme, como já disse, nós já assistimos e, anotem aí, não estamos livres de vê-lo de novo.

  7. Author

    Olá, Flour,
    Muito obrigado, fico feliz que tenha ajudado.
    Abraço do Beto

  8. Que vergonha as democracias ocidentais, quando se trata de defender os banqueiros corruptos elas jogam na lata de lixo seus conceitos, pois o que estão dazendo com a Grécia é um linchamento puro e simples, porque proibir o povo de emitir sua opinião sobre um assunto que envolve diretament o seus bem estar?

    Essa União Européia e tão despótica como era a URSS.

  9. Adorei o texto, me ajudou muuuuuuuuuuuuuuuuito no meu trabalha sobre a Grécia ,Muito Obrigada =D !.

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