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O negócio é mão-de-obra barata

É o principal fator na produção de bens, conseguir mão-de-obra barata. Uma matéria do New York Times comenta que o pessoal já está saindo da China para Bangladesh.

Dezenas de milhares de trabalhadores, nas situações em que o fator “trabalho intensivo” é muito mais relevante do que o cerebral, feito milhares de quilômetros dali, estão disponíveis por um custo baixo, e são imediatamente contratados pelas mega-potências do varejo. Fazendo camisetas, calças e suéteres para Wal-Mart, H&M, Zara e outros.

É a tal da globalização, que não garante à China, nem a ninguém a contratação, mas àquele que tiver mais gente disposta a ganhar centavos pelo seu tempo.

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Categoria(s): Conjuntura


Sobre o Autor: Humberto Veiga é doutor em economia pela Universidade de Brasília. É também mestre em economia da regulação. Iniciou sua carreira no mercado financeiro em 1989. Foi gerente de produtos, de marketing e regional do segmento pessoa física. Trabalhou no Banco Central do Brasil com regulação de bancos na área de risco de mercado, derivativos de crédito, banco eletrônico, dentre outros. Realiza palestras e é autor de livros na área de educação financeira e de investimentos.

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