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O endividamento e o rebolation

Vou entrar na onda do rebolation, que dizem ser bom, para dizer que o endividamento é tão bom quanto. Principalmente quando e endividamento é dos outros.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), acabou de divulgar que 37,8 por cento das famílias que têm dívidas não têm como pagá-las. E isso “é bom, bom!”.

Na realidade, este endividamento, a menos que seja resolvido por alguma benesse governamental, tipo “bolsa endividado”, é bom para educar o devedor.

A literatura internacional destaca e minha experiência pessoal confirma que o melhor curso de como parar de dever é ter devido muito e não ter tido como pagar. É quase infalível, embora sempre haja aquela velha exceção.

Portanto, é que nem dedo na tomada, o pessoal avisa que dá choque, mas o garotão ou a garotona teima e, finalmente, aprende.

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Categoria(s): Comportamento financeiro, Crédito, Finanças Pessoais


Sobre o Autor: Humberto Veiga é doutor em economia pela Universidade de Brasília. É também mestre em economia da regulação. Iniciou sua carreira no mercado financeiro em 1989. Foi gerente de produtos, de marketing e regional do segmento pessoa física. Trabalhou no Banco Central do Brasil com regulação de bancos na área de risco de mercado, derivativos de crédito, banco eletrônico, dentre outros. Realiza palestras e é autor de livros na área de educação financeira e de investimentos.

2 comentários

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  1. Carlos disse:

    HIiiii.
    Isso aconteceu comigo também!!!!!

    “Bota a mão na carteira e começa a gastarrrrr….
    endividamento, to e o rebolation, tion.
    (pra depois pagar)”

  2. Beto Veiga disse:

    Olá, Carlos,
    Valeu o comentário!
    Você já tem uma carreira como compositor.
    Abraço do Beto

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