7 Comentários

  1. Ótima postagem Beto!

    Realmente, a atitude da Caixa em popularizar os CRI’s acaba trazendo algumas vantagens, mas no geral esse investimento ainda é restrito.

    Digo restrito não só pelo aporte normalmente exigido, R$300.000, mas também pelos prazos que chegam a 30 anos.

    Atualmente invisto nos CRI’s, os riscos realmente existem, mas são ínfimos, já que existem uma série de medidas garantidoras.

    A inadiplência no crédtio imobiliário no Brasil é bem reduzida, na faixa de 2.5%.Os CRI’s operam com mecanismos que garantem o recebimento integral até em média 7% de inadiplência.

    No caso do CRI da Caixa especificamente, considero uma ótima oportunidade, para quem não dispõe de capital para investir nessa modalidade.Se considerarmos uma TR de 0.7%, teriamos um rendimento líquido – CRI’s são isentos de imposto de renda – de 10,7%, ou algo próximo de 13% bruto.

    Agora quem é investidor qualificado tem oportunidades bem melhores no mercado de CRI’s, algumas, como da MRV, pagando 8% + IPCA, ou seja, algo perto 14% líquido.

  2. Excelente artigo, parabens.

    É possível utilizar CRI como instrumento de private equity?

  3. Author

    Olá, Athos,
    Muito obrigado.
    A sua pergunta está muito aberta. O instrumento comporta uma série de aplicações, mas é necessário entender o que você pretende.
    Ele poderia compor uma estratégia de captação, para o caso em que o empreendimento envolvesse recebíveis imobiliários.
    Abraço do Beto

  4. Olá… muito bom o seu artigo. Gostaria de saber como os CRI da CEF podem ter um valor de 1000,00 uma vez que o CRI tem como lastro financiamentos de valores altos? Poderia detalhar mais este tema?
    Obrigado e parabéns pelo exposição do conteúdo de forma clara e objetiva!

  5. Author

    Olá, Herton,
    Muito obrigado.
    Sobre esta questão, o financiamento imobiliário é o lastro, mas ele garante um conjunto de aplicações de R$ 1000. Os créditos vão sendo pagos e são creditados em uma conta e é esta conta que é dividida para os portadores dos CRI.
    Se vários empréstimos derem problema, e só sobrar um empréstimo, ele será creditado nesta conta e será dividido por quem tem os CRI.
    Espero que tenha ficado claro.
    Abraço do Beto

  6. Prezado Humberto Veiga,

    Bom dia.

    Vc tem acompanhado o mercado crescente de securitização da dívida ativa de Estados e Municípios ?

    No aguardo.
    Luiz Marcelo

  7. Author

    Olá, Luiz Marcelo,
    Não acompanho os números, mas é um movimento no sentido de obter crédito por parte desses agentes.
    Com a securitização conseguem captar. O problema é o tal do direito de regresso.
    Como quase nada disso será recuperado, o estado ou município vai ter que pagar de volta o que pegou no começo, e isso caracteriza operação de crédito.
    Abraço do Beto

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