7 Comentários

  1. Vale lembrar que a divulgação da rentabilidade dos fundos já é liquida da taxa de administração.

  2. Author

    Olá, Jorge,
    Muito obrigado pelo comentário.
    Abraço do Beto

  3. Beto, ainda está fora do cálculo apresentados custos decorrentes da gestão do patrimônio. No caso do fundo estes custos já estão cobertos.

  4. Há um fator muito importante que faltou na análise: A receita com aluguel é tributável como renda e facilmente pode se encaixar na alíquota de 27,5%. No caso do fundo o imposto incide sobre o rendimento, o que dá uma diferença boa. No mais acho que são diferenças pequenas…

  5. Author

    Olá, Vicente,
    O imposto de 27,5% só incide no caso do proprietário ter uma renda que atinja o percentual máximo de tributação. De uma certa maneira, ele aplica-se em algo que é o rendimento. Pois testamos tratando do rendimento do imóvel.
    O fundo, independentemente da renda do investidor (se ele ganhar um salário míninmo por mês), haverá tributação na fonte que pode chegar a 20%, e ainda é na forma de come-cotas.
    De qualquer forma, agradeço o comentário que auxilia muito no debate.
    Abraço do Beto

  6. Author

    Olá, Kleber,
    Digamos que você tem parte de razão, porque há uma série de custos cobrados pelos fundos e que não estão apresentados aqui. Além disso, há uma certa adminitração de patrimônio no outro caso também, porque é feita uma pesquisa, avaliação na hora de contratação do inquilino, enfim, diversas ações no sentido de manter o aluguel em dia.
    Agradeço o comentário.
    Abraço do Beto

  7. Beto, um ponto que deve ser levado em consideração é a valorização do Imovel.
    Então, mesmo que o rendimento que voce tenha em uma determinada aplicação seja alto, vale confrontar com o lucro obtido pelo aluguel + INCC, por exemplo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

9 + 2 =