Se você gosta de socializar seus resultados, procure um banco que cobre uma alta taxa de administração. Caso contrário, cuide bem desse importante fator de redução dos ganhos.Um análogo à taxa de administração quando o assunto é a compra de ações, debêntures e títulos públicos é a corretagem.Só para dar um exemplo, reproduzo abaixo os dados de uma tabela elaborada pela edição de 07/11/2006 do jornal Valor Econômico, que compara o resultado de oito instituições que possibilitam aos seus clientes adquirirem títulos públicos por meio do Tesouro Direto.A simulação foi feita com um título denominado Letra do Tesouro Nacional – LTN, cujo vencimento se daráLeia mais

Este gráfico é uma excelente amostra do crescimento das receitas com tarifas obtidas pelos bancos no Brasil.Os valores são mensais e representam a receita mensal, deflacionada (base jan/1996) pelo IGPM!!!Mas não fique triste, está tudo sob controle e a concorrência bancária irá reduzir os custos para o consumidor, com certeza!Para não dizer que estou esquecendo de levar em conta o crescimento da “bancarização” (será que o nome seria esse mesmo??), o outro gráfico considera a receita de tarifas dividida pelo número de contas correntes movimentadas no mês. Isso nos dá uma dimensão de quanto, teoricamente, estaria sendo cobrado em média dos correntistas.Podemos ver uma certaLeia mais

Ouvindo o rádio hoje, num comentário da Mara Luquet, colunista do Jornal Valor, soube que está havendo uma verdadeira enrolação das pessoas que pretendem aplicar no Tesouro Direto e recorrem a bancos inescrupulosos (note que não estou me referindo ao tamanho, mas ao caráter dos administradores desses bancos).O primeiro ponto é o seguinte: não oferecem o produto Tesouro Direto ou não dão acesso a ele quando o cliente procura, cumprindo ao gerente indicar uma “opção mais adequada ao seu perfil”. Para isso, comento o seguinte: Se o gerente indicar o que é bom para você, o banco dele dará menos lucro do que os demaisLeia mais

Outro dia ouvi o Mauro Halfeld falando sobre essa frase que pronunciamos quando estamos na iminência de realizarmos um gasto extraordinário: “eu mereço”.A esse propósito, você merece o que? Dívidas? Dificuldades financeiras?Esse tipo de “carícia de consumo” não é muito efetiva. Pense o seguinte:quanto tempo você obteve satisfação pela última coisa que comprou? Você lembra? Então, você merecia aquilo ou era outra coisa que estava faltando?O pior de tudo acontece quando realizamos uma compra que nos deixará endividados por um bom tempo. Nesse caso, aplique a regra do prazer/prazo. É simples: divida o tempo em dias que você imagina que obterá prazer pelo tempo emLeia mais