﻿{"id":870,"date":"2009-10-29T06:26:02","date_gmt":"2009-10-29T09:26:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.betoveiga.com\/log\/?p=870"},"modified":"2009-10-28T16:29:18","modified_gmt":"2009-10-28T19:29:18","slug":"a-tristeza-das-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.betoveiga.com\/log\/index.php\/2009\/10\/a-tristeza-das-mulheres\/","title":{"rendered":"A tristeza das mulheres"},"content":{"rendered":"<p>Este blog, embora de finan\u00e7as pessoais e de investimentos, acaba por tocar em assuntos que digam respeito ao comportamento das pessoas. Eu, ali\u00e1s, fiz um livro sobre d\u00favidas femininas na \u00e1rea de finan\u00e7as pessoais, o que, de certo modo, me leva a tratar do assunto tamb\u00e9m com um olhar segmentado pelo g\u00eanero.<\/p>\n<p>Divulgar o livro, o que resultou em uma s\u00e9rie de entrevistas sobre os mais diversos \u201csubtemas\u201d associados ao planejamento financeiro e aos investimentos, me fez ampliar o contato com a realidade das mulheres e das ang\u00fastias que as cercam quando o assunto \u00e9 dinheiro.<\/p>\n<p>Confesso que n\u00e3o me surpreendi com a reportagem <!--more-->da revista \u00c9poca, cujo endere\u00e7o reproduzo abaixo, e da qual recomendo a leitura: \u201c<a href=\"http:\/\/revistaepoca.globo.com\/Revista\/Epoca\/0,,EMI98917-15228,00-POR+QUE+AS+MULHERES+SAO+TAO+TRISTES.html\" target=\"re\">Por que as mulheres s\u00e3o t\u00e3o tristes?<\/a>\u201d<\/p>\n<blockquote><p>Um estudo americano de 37 anos ilumina um terr\u00edvel paradoxo: objetivamente, a vida das mulheres jamais foi t\u00e3o boa. Subjetivamente, nunca foi pior.<\/p><\/blockquote>\n<p>Revista \u00c9poca<\/p>\n<p>\u00c9 um verdadeiro levantamento sobre uma ida sem volta, no meu entender. Embora a personagem, a redatora de televis\u00e3o carioca Claudia Valli, clame uma \u201crevis\u00e3o do contrato assinado sem ler\u201d, crio que a vis\u00e3o \u201cmulher fr\u00e1gil e submissa\u201d ter\u00e1 que ficar no varejo, uma vez que no atacado, a ponte foi derrubada ap\u00f3s a passagem.<\/p>\n<blockquote><p>a insatisfa\u00e7\u00e3o de Claudia com a pr\u00f3pria vida \u00e9 a mesma de milh\u00f5es de outras mulheres mundo afora. Um estudo de Betsey Stevenson e Justin Wolfers, pesquisadores da Universidade da Pensilv\u00e2nia, nos Estados Unidos, mostra um surpreendente e acentuado decl\u00ednio da satisfa\u00e7\u00e3o feminina nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas \u2013 per\u00edodo durante o qual cresceram de forma exponencial as oportunidades de trabalho, as possibilidades de educa\u00e7\u00e3o e, sobretudo, a liberdade da mulher de decidir sobre a pr\u00f3pria exist\u00eancia, pr\u00e1tica e afetiva. \u00c9 poss\u00edvel afirmar, sem nenhum tra\u00e7o de d\u00favida, que as condi\u00e7\u00f5es objetivas nunca foram t\u00e3o favor\u00e1veis \u00e0s mulheres desde o in\u00edcio da hist\u00f3ria humana. Entretanto, entrevistas anuais realizadas com 1.500 pessoas, homens e mulheres, desde 1972, nos Estados Unidos, mostram um cen\u00e1rio de crescente insatisfa\u00e7\u00e3o subjetiva. A cada ano que passa, menos mulheres se dizem felizes com a pr\u00f3pria vida, enquanto um porcentual cada vez maior de homens afirma estar contente. Isso acontece com mulheres casadas e solteiras, com e sem filhos, bem ou mal empregadas, brancas ou negras, pobres e ricas. A insatisfa\u00e7\u00e3o atinge todos os grupos e se torna pior \u00e0 medida que as mulheres envelhecem. Quando jovens, elas se dizem mais realizadas que os homens. Pouco depois dos 40, isso j\u00e1 se inverteu. \u201cA tend\u00eancia \u00e9 clara, se manifesta em pesquisas realizadas no mundo inteiro, e vai na dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria \u00e0 que n\u00f3s poder\u00edamos imaginar\u201d, afirma Marcus Buckingham, especialista em pesquisas e autor de diversos livros sobre macrotend\u00eancias sociais.<\/p><\/blockquote>\n<p>Revista \u00c9poca<\/p>\n<p>N\u00e3o fa\u00e7o ju\u00edzo de valor se a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 melhor, pior, ou igual, mesmo porque \u00e9 do que trata a reportagem, muito bem fundamentada cientificamente. Por esse motivo, quem quiser discutir mais o assunto, fique a vontade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este blog, embora de finan\u00e7as pessoais e de investimentos, acaba por tocar em assuntos que digam respeito ao comportamento das<a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/www.betoveiga.com\/log\/index.php\/2009\/10\/a-tristeza-das-mulheres\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[24],"tags":[255,656,319],"class_list":{"0":"entry","1":"post","2":"publish","3":"author-admin","4":"has-more-link","5":"post-870","7":"format-standard","8":"category-mulheres-e-financas","9":"post_tag-comportamento","10":"post_tag-mulheres-e-financas","11":"post_tag-tristeza-das-mulheres"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.betoveiga.com\/log\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/870","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.betoveiga.com\/log\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.betoveiga.com\/log\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.betoveiga.com\/log\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.betoveiga.com\/log\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=870"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.betoveiga.com\/log\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/870\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.betoveiga.com\/log\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=870"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.betoveiga.com\/log\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=870"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.betoveiga.com\/log\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=870"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}